Blog do Artur da Távola

Sexta-feira, Janeiro 04, 2008


MENSAGEM

EMBORA ENFERMO DESDE AGOSTO DE 2007, COM RISCO DE VIDA, NAS BREVES OPORTUNIDADE EM QUE NÃO ESTEVE INTERNADO, O TITULAR DESTE BLOG NELE NÃO MAIS PÔDE ESCREVER. ELE FICOU ABEERTO SUJEITO À INTERFERÊNCIA DE INTERNAUTAS QUE SE COMPRAZEM EM ENTRAR EM DOMÍNIOS ALHEIOS.

EMBORA NÃO MAIS INTERNADO EM HOSPITAL PROSSIGO EM TRATAMENETO DOMÉSTICO E ASIM SERÁ POR ALGUM TEMPO.NESSAS CIRCUNSTÂNCIAS PEÇO DESCULPAS A QUEM O PROCURE. ELE ESTÁ MOMENTÂNEAMENTE CONGELADO POR SEU TITULAR. ESPERO VOLTAR NA OLENITUDE DE MINHAS POSSIBILIDADES DENRO DE DOISOU TRÊS MESES.
E CONTO COM SUA COMPREENSÃO.

FRATERNALMENTE

ARTUR DA TAVOLA
postado por Artur da Távola 12:48 PM

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MENSAGEM

EMBORA ENFERMO DESDE AGOSTO DE 2007, COM RISCO DE VIDA, NAS BREVES OPORTUNIDADE EM QUE NÃO ESTEVE INTERNADO, O TITULAR DESTE BLOG NELE NÃO MAIS PÔDE ESCREVER.
ELE FICOU ABERTO SUJEITO À INTERFERÊNCIA DE INTERNAUTAS QUE SE COMPRAZEM EM ENTRAR EM DOMÍNIOS ALHEIOS.

AGORA NÃO MAIS INTERNADO EM HOSPITAL PROSSIGO EM TRATAMENTO DOMICILIARE ASIM SERÁ POR ALGUM TEMPO.NESSAS CIRCUNSTÂNCIAS PEÇO DESCULPAS A QUEM O PROCURE. ELE ESTÁ MOMENTÂNEAMENTE CONGELADO POR SEU TITULAR. ESPERO VOLTAR NA PLENITUDE DE MINHAS POSSIBILIDADES DENRO DE DOIS OU TRÊS MESES.
E CONTO COM SUA COMPREENSÃO.

FRATERNALMENTE

ARTUR DA TAVOLA
postado por Artur da Távola 12:43 PM

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Quinta-feira, Novembro 01, 2007


CURSO NOTURNO

Cansaço e caderno encardido
na luz errada, fio à mostra.
Dorida sala de aula.
Paredes cansadas de palavrão
Bancos melados ouvem
o professor ofegante
que idealiza salários
e um Brasil melhor
no guarda pó amargurado.
Lá fora, a rua é fragor
e antes das dez já deu vontade de trepar.

O pai ferroviário não desconfia
enquanto a mãe
passa a roupa da formatura
desde o primeiro ano.
O texto é difícil.
O tédio desaprende a atenção
e desprepara o saber.
As guerras púnicas são bocejo.

A fome fermentada em azia,
coadjuva o esforço de vir a ser.
Disputas perdidas de antemão
relegam a vida a planos secundários.
Resta o sonho do impossível
e a idealização do turno da manhã
com professores e louras alegres.
Tudo é Natal no turno da manhã.

Um sono e três assaltos
matemática entre fumaça
de ônibus humilhados
e geografia pelos trens da Central.
O desdentado grosseiro coça o saco.
Artistas abundam e desbundam
na capa dos cadernos.
Ninguém fala de Brahms
nem canta hinos a Manuel Bandeira.
O viado da turma já está ferido de morte.

Metade confia na vida e tudo é mérito.
A filha do pastor com medo da menstruação.
A caspa insulta alguns paletós.
Há gosto de sebo no pão dormido
e o espinhento toca bronha com dois dedos
disfarçando pelo bolso furado da calça.
O esforçado troca o direito ao jantar
por arroto de quibe ou pastel.
O rádio berra o rap
e a moça mastiga a goma da desesperança
num chiclete sem fim.


Artur da Távola

postado por Artur da Távola 2:14 AM

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ESPECIAL STUM: Reverenciando os Antepassados
O mutirão do amor
As culturas orientais expressam permanente Gratidão aos que nos precederam aqui na Terra na caminhada pela vida, aqueles seres que com sua doação, sua energia, sua luta - em muitos casos - fizeram com que agora compartilhássemos informações, sentimentos, emoções e o habitual carinho que contempla a todos neste boletim quinzenal.

Aqui no ocidente somos mais comedidos e em geral limitamos a um único dia do ano as cerimônias que nos lembram dos que partiram, que voltaram para casa, tendo cumprido sua missão por aqui. É um dia de visita aos cemitérios, levando flores e orando, cada qual com seu ritual ou crença. Um dia de paz, um dia para pensar também na nossa própria partida, na transitoriedade da existência, no que nos aguarda após a Alma se tornar novamente livre das amarras impostas pelo mundo tridimensional.

Confesso que, até faz pouco, não tinha percebido a abrangência, a necessidade de focar nossa atenção em nossos pais, avós, bisavós e daí por diante. Parece que somente hoje, após ter vivenciado a experiência que segue, reparo que, por causa da segunda guerra mundial e de suas nefastas conseqüências, só cheguei a conhecer e conviver com minha avó paterna, um anjo de bondade e sabedoria, um porto seguro, numa situação de extrema dificuldade e carência de tudo que o pós-guerra nos exigia.

Comecei a olhar de forma mais cuidadosa e amorosa para a historia de minha família há pouco mais de um ano, após uma série preciosa de "Constelações", técnica terapêutica relativamente recente sistematizada pelo ex-missionário alemão Bert Hellinger. Estou presente, quase semanalmente, em reuniões nas quais atuo como `representante´ de seres que nunca conheci e que são parte da história (consciente ou não) de pessoas que, aqui e agora, vivem situações de aperto financeiro, solidão, insegurança extrema e um sem número de fobias e síndromes variadas...
No salão de festas de um prédio no bairro de Higienópolis, em São Paulo, a partir das 7 da noite, o Universo novamente entra em ação para proporcionar mais uma harmonização, uma cura, um exemplo a ser estudado, avaliado e divulgado às pessoas de boa vontade e sem preconceitos - como V. que está lendo este texto agora - e que querem tornar-se melhor e transformar também o que está à nossa volta.
Neste salão, de repente, o tempo cessa de existir, bem como o espaço; as distâncias geográficas desaparecem e tudo se manifesta como que numa célula protegida, fora desta dimensão.

Nesta técnica o "cliente" escolhe, entre os voluntários presentes, os "representantes" para seus familiares e os posiciona de forma intuitiva na sala - gerando assim um tabuleiro vivo - onde são investigados sobre como se sentem nos lugares escolhidos. Começa assim. Sem um roteiro e sem instruções. De repente, um movimento instintivo, espontâneo que vem de fora, toma conta e o que acontece a partir deste posicionamento é normalmente impressionante, para dizer pouco. O que marca a fogo quem participa é descobrir a verdadeira Unidade, sentir na pele que tudo está realmente interligado, como o destino de K. - uma garota legal de uns 20 anos que se sentia profundamente excluída e isolada dentro da própria família e da sociedade - está intimamente ligado ao destino dos bisavós poloneses que foram assassinados no Holocausto, umas das grandes catástrofes que a raça humana conseguiu perpetrar durante a segunda guerra mundial.

A dor, o horror, a perda continuam vivos, no interior desta "célula quântica" onde se desenvolve a sessão, com alguns dos representantes deitados no chão; (Esta posição está para quem já faleceu; morreu? Mas como pode então estar chorando, as mãos tapando os olhos, sem conseguir virar a cabeça e olhar no rosto seu algoz que está deitado ao seu lado, perdido e desconfortável, querendo sair de lá de toda maneira?)...
Como se resolveu a questão?

Foram duas horas (do tempo daqui) usando sempre a chave do Amor, do Perdão, olhando e interagindo com carinho para estas Almas, pois nada está separado e até entre um carrasco e sua vítima existe uma profunda ligação, que deve ser compreendida e vista sob a ótica da Unidade, da Consciência Coletiva que não julga e nem exclui nada e ninguém...

O resultado estava estampado no bonito rosto de K. ao deixar o salão. Seu olhar brilhava e seu sorriso contagiava. Algo em sua Alma tinha começado a mudar, algo com certeza tinha transformado também os que tinham cruzado seu destino num campo de concentração na Polônia... e provavelmente todos os que puderam compartilhar deste momento precioso, vibrando a força que o amor em ação nos dá, comentando ao sair sobre a sensação forte de que Somos Todos UM... de que não existe separação, não existe o bom e o mau, também na certeza absoluta que não existe perda, sendo a morte somente uma mudança de endereço, de plano... pois, como costuma frisar Wagner Borges, O TODO está em tudo.



Mas, ontem à noite, terça, dia 30 de outubro, ao terminar a sessão tão dramática, tão intensa, algo muito forte me pegou. Muitas pessoas participaram deste `resgate´, brilhantemente coordenado pela Nathalie... mas ficava ainda a sensação de um buraco enorme em meu peito, visto que sentia a necessidade de espalhar esta terapia da Alma muito além dos poucos felizardos que, por razões geográficas ou financeiras, podem se beneficiar diretamente. Existe no Astral uma massa enorme de problemas a serem solucionados!!! Muito sofrimento a ser harmonizado!

Temos desenvolvido recentemente um interativo precioso que está disponível para todos que têm Internet, mas tem algo mais que podemos realizar, aproveitando o embalo energético, desta sexta-feira, 2 de novembro; o espírito de reverência quando a maioria das pessoas lembra e homenageia seus entes queridos que mudaram de plano. É uma atmosfera muito adequada para realizarmos juntos um mutirão do amor para com todos aqueles que - de alguma forma esquecidos e rejeitados - ainda precisam serem reconhecidos, amparados, curados em seus ferimentos de Alma, enfim, respeitados, amados!

Isso pode ser feito de muitas formas. Podemos mandar luz, orar, meditar, visualizar estes irmãos envoltos em luz cor de rosa, mas pode ser violeta, branca; dourada serve também. Podemos tocar uma boa música, ou cantar, dançar, abraçar os que estão à nossa volta: o que vale é a intenção, o bom coração, fazer a conexão com a Fonte de onde somente transborda Amor Incondicional.

Participe conosco. O Universo agradece sua preciosa ajuda!
Somos Todos UM - Sergio - STUM




Para comentar esse boletim especial, clique aqui.

Leia a seguir textos em sintonia com este especial.
ARTIGOS
• Laço Familiar
• Ódio X Perdão
• O Poder da Intenção
• Exercício para a Unidade
• O poder da energia espiritual
• As influências de vidas passadas

• Eu honro vocês!
• A ajuda e a aceitação
• Um lugar para os excluídos
• Constelação Familiar: A experiência
• Uma família feliz: mito ou realidade?
• Vendo estrelas, identificando-me com elas





© Somos Todos UM - direitos reservados. Boletim Ano 7, Edição .




postado por Artur da Távola 1:59 AM

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Sábado, Outubro 27, 2007


TEXTO DO CORREESPONDENTE FABIO OLIVEIRA DO CEARÁ

http://fabioxoliveira.blog.uol.com.br/

Prezados Amigos,

Segue abaixo o texto integral do discurso que foi apresentado pelo Monge Gensho, na qualidade de fundador e responsável oficial do Colegiado Buddhista Brasileiro, no evento ecumênico em favor da paz e justiça em Myanmar, ocorrido no dia 25 de Outubro de 2007 no Templo Busshinji, São Paulo. O evento contou com a presença de vários líderes buddhistas de diversas escolas, assim como representantes da sociedade civil e líderes políticos brasileiros.


Manifesto Buddhista em Favor da Paz e Justiça

Senhoras e senhores, nossos estimados irmãos e irmãs unidos em paz,

Aqui estamos, unidos sob a honrosa bandeira da Compreensão e Fraternidade, além das diferenças, além dos racionalismos e conceitos rígidos, além das superficialidades e hipocrisias sociais, políticas ou religiosas, prontos para nos manifestar fortemente a favor da dignidade humana, do valor à vida e do direito à liberdade.

Seja nas vielas de favelas e guetos, seja nas ruas e moradas pobres ou abastadas , não existe momento mais desafiador para o espírito humano do que aquele terrível instante, quando toda a dignidade, amor e direitos essenciais são retirados de homens ou mulheres, crianças ou velhos, deixando-os despojados da simples e mais valiosa dádiva na sociedade: a justiça democrática e o respeito à integridade individual.

Esta manifestação é feita em prol da vida humana. A prática buddhista se fundamenta no reconhecimento cabal de que as bases psico-emocionais do ódio, da ambição, da violência e da ignorância - extremamente insalubres e destruidoras da vida e do bem-estar - não podem jamais ser transformadas e curadas sem a compreensão de que as injustiças sofridas por um indivíduo não podem ser valoradas em função de distâncias ou fronteiras; cada ação injusta na Terra representa uma vida desrespeitada, seja esta humana (independentemente se sua nacionalidade, cor, credo ou condição social) ou mesmo de outros seres no planeta. Essa é a essência da paz e da compreensão: a sabedoria de praticar o respeito aos seres e ao mundo, sem imaginar que este respeito somente nos fala se ele estiver sendo praticado em nossa comunidade, em nosso país, em nossa vizinhança. Estamos todos integrados, somos todos parte de um processo crucial de crescimento e aprendizagem espiritual - esta é uma verdade inalienável.

O buddhismo, como religião constituída, sustenta-se na prática constante de uma ética da consciência, no exercício permanente de compreensão e compaixão profunda, e no respeito à pluralidade de posturas e convicções. Mas não é uma religião condescendente ao fanatismo, à corrupção política ou social, e ao supremo domínio do poder militar, do terrorismo de estado.

Desta forma, o Colegiado Buddhista Brasileiro, entidade pluralista e multidisciplinar que procura contribuir para o diálogo e a cooperação entre os vários líderes, orientadores e praticantes buddhistas pertencentes às suas diversas escolas tradicionais, vem a público manifestar seu repúdio ao tratamento degradante, criminoso e trágico que o governo ditatorial de Myanmar está perpetrando neste país. Neste momento, monges e civis estão sofrendo mortes, seqüestros, torturas e prisões. Segundo fontes da imprensa os monges tomaram as ruas da capital Yangon e de outras cidades meses atrás entoando trechos de escrituras buddhistas, dentre eles o Metta Sutta que exalta o amor e a compaixão aos seres humanos. O que começou com algumas dúzias de monásticos desejosos de justiça e respeito social para todos tornou-se uma das maiores manifestações naquele país, mas com uma característica ímpar: imbuídos de extrema compaixão, os monges solicitaram à população leiga que não os acompanhassem, nem que fizessem quaisquer movimentos contra o governo, de modo que tais leigos não sofressem represálias.

O direito à palavra, ao protesto pacífico, agora está sendo cerceado e vergonhosamente reprimido, e o uso indiscriminado da força coercitiva está sendo feito com o objetivo de sustentar um governo impróprio e tiranizador, apoiado por políticas espúrias e gananciosas de países poderosos, como a China. Não é preciso muito para se corromper. Um pouco de poder, um pouco de elogio, um pouco de ilusão sobre si mesmo e o passado é esquecido, o caráter moral é colocado de lado, e lavamos as mãos. Desta forma, o governo da China (ele mesmo um dos mais responsáveis por atrocidades e desrespeito aos direitos civis nos últimos 60 anos, em especial no Tibet) - juntamente com outros governos submissos aos ditames da hipocrisia política e ao insaciável vício dos ganhos materiais - têm se mantido declaradamente desinteressado em agir para que o sistema repressor de Myanmar aceite um mínimo de abertura político-social. O governo chinês afirma que a crise na Birmânia é um 'assunto interno'. Mas tal assunto interno não impede ou impediu que por décadas este mesmo governo chinês influenciasse ativamente a política birmanesa e retirasse seus pomposos lucros.

Esse é o mundo em que vivemos, o da mentira institucionalizada, o do lucro pessoal sobrepujando qualquer dignidade e defesa por causas mais que justas.

Em outro extremo, temos a ONU (tristemente diminuída em seu direito e poder como legisladora das melhores práticas na diplomacia mundial, e sem condições para intervir com determinação e eficiência em governos claramente insensíveis aos anseios de seus próprios cidadãos) em uma contínua busca por fomentar um consenso realmente válido entre os países que determinam e controlam suas ações - a saber, os Estados Unidos, a China, Rússia, França e Inglaterra.

Juntamente a estas sérias críticas, o Colegiado Buddhista deseja manifestar o seu mais profundo pesar e protesto ao comportamento covarde e omisso da chancelaria brasileira, em mais um momento importante na história das relações internacionais. O Brasil, certamente o mais influente país da América Latina, não pode sustentar o argumento de que uma opinião oficial a respeito não tenha influência. É certo que uma declaração veemente e direta a favor do bem maior da população civil birmanesa, e uma ação contundente contra aquela ditadura baseada em sanções políticas que não prejudiquem o seu povo, seria uma forma digna e correta do governo brasileiro atual demonstrar-se realmente capaz de agir com força e coragem para contribuir pelo desenvolvimento de uma nova política mundial de inter-relações governamentais, e reforçar o valor do Brasil como um membro atuante e firme no cenário político-social do planeta.



Entretanto, o governo brasileiro mais uma vez prefere fazer-se míope às imagens de sofrimento e repressão (esquecendo do terrível passado ditatorial de nosso país) e surdo aos protestos e ao bom senso, e opta por divulgar uma declaração pobre e superficial, onde admite seu desinteresse e incapacidade em agir de forma soberana e independente. Corroborando pressões de ideologias internacionais perversamente cerceadoras dos direitos humanos, e subordinando-se puramente à sedução das vantagens e lucros adquiridos em acordos econômico de interesse, o governo brasileiro vergonhosamente se faz valer de palavras inócuas, declarações ambíguas e um não-envolvimento inadmissível para um país com tanta influência potencial nos assuntos mundiais como o nosso.

O mundo atual sofre uma grave crise humanista, e não humanitária. Por crise de humanismo queremos dizer uma crise de contato, inter-relações, honestidade e valores éticos fundamentados em consciência e discernimento - e não em políticas de poder militar intervencionista, em discursos diplomáticos inócuos e ineficientes ou em artificialismo assistencialista direcionado às populações em crise.

Esta é uma situação que, em essência, depende de uma corajosa manifestação em favor de ações governamentais renovadoras e claramente eficientes. Ao mesmo tempo, cabe à sociedade civil brasileira - representada pelos seus mais conscientes líderes e organizadores - apresentar ao mundo uma visão integrada, amadurecida, da problemática do sofrimento, da violência e do trato aos regimes de exceção.

Já não cabe mais debatermos fórmulas sobre o fim dos crimes sociais apenas em nossos bairros, cidades e em nosso próprio país; é imprescindível que compreendamos o fenômeno do ódio, da ignorância e da violência tendo como base a natureza insalubre das relações humanas em âmbito mundial, e o caráter completamente incorreto no modo como as instituições sociais e políticas desenvolvem seus parâmetros de ação e gerenciamento das profundas e complexas estruturas organizacionais dos assuntos humanos. O problema não é apenas nosso (dos brasileiros), mas de todos nós (dos seres humanos), em todo o mundo e além de qualquer fronteira.

Colegiado Buddhista Brasileiro
http//cbb.bodhimandala.com
Local do Encontro: Templo Bushinji
Rua São Joaquim n° 285, CEP: 01508-001 - Liberdade - São Paulo - SP – Brasil

abs, Fábio Oliveira




postado por Artur da Távola 2:31 PM

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